domingo, 14 de maio de 2017

A luta por um ideal.

       Assisti neste sábado a noite, esse filme maravilhoso chamado; " A luta por um ideal". E mais uma vez percebi que para podermos mudar não adianta ,SÓ termos ideias inovadoras , vontade de fazer ou desejos de  mudanças, mas também temos que ter objetivos bem claros do que queremos alcançar, muito estudo, pesquisa e produção  de propostas objetivas e bem embasadas teoricamente.
       E nesse semestre a interdisciplina de Projeto pedagógico em ação, nos tem proporcionado e estimulado  à pesquisarmos , relatarmos e conhecermos as verdadeiras necessidades e curiosidades do grupo de alunos que trabalhamos, além de nós mostrar a importância  da busca de  parcerias, através dos trabalhos em grupos para a construção e realização de um projeto pedagógico bem embasado que venha contribuir  muito para a melhora ainda maior  da  qualidade de ensino de  nossas escolas.
        

domingo, 19 de março de 2017

Alfabetização Geográfica.

              Compreender, interpretar são duas palavras que muitas vezes deixam os alunos em  pânico pois muitas vezes se retratam a grandes textos, longos livros e polígrafos.
               Mas cada dia que passa essa concepção está sendo mudada pelo fato de que podemos compreender e interpretar de muitas formas, que estimulam e desafiam os alunos, fazendo-os pensar , buscar, sem medo de errar.
                Lendo as atividades de Estudos Sociais, me deparei com as palavras " Alfabetização Geográfica". Achava que só havia um tipo de alfabetização e acabei me dando conta que existem várias formas de alfabetização. Que alfabetizar tem um sentido bem mais amplo que que só saber ler e escrever letras e números.   E sim compreender e interpretar o mundo que nos cerca.

Vivenciando a Aprendizagem.

       " O aluno não se reduz a falar, mas a pensar e buscar significações a partir de um processo contínuo das interações com o meio e dele abstraindo relações" (ALCARAZ e MONLLOR, 2016,p.12). Achei muito importante essa fala citada no artigo lido , pois realmente o aluno precisa vivenciar e encontrar significado para o processo de aprendizagem.
       Essa foto foi tirada agora no início do mês de março de 2017,na minha turma de terceiro ano, onde de 23 alunos somente 5 sabem ler e estão a nível de terceiro ano e os outros 18 na sua grande maioria não reconhecem nem as letras do alfabeto.
        Ai pensei:- Já que estão desde o primeiro ano em contato com o mundo da escrita e não conseguiram aprender, vou ter que dar outro significado a esse processo. E assim estou tentando fazer, ensiná-los de maneira diferente, fazendo-os vivenciar e dar sentido as aprendizagens propostas.
     

quarta-feira, 8 de março de 2017

Diferença entre ver e olhar


        Achei muito interessante a forma com foi explanada esse assunto sobre a diferença entre ver e olhar. Pois nunca havia me dado conta o quanto é diferente a visão entre os dois e consegui visualizar essas ações dentro do meu contexto escolar.
       Pelo que entendi do que li a respeito foi que:
       OLHAR: Início do ano o professor diz que certa aluna não sabe ler ainda.
       VER: O professor constata que a aluna não conseguiu ler ainda e começa a buscar novas formas de ensiná-la e observando o que ela precisa.
      E eu hoje em sala de aula me defronto com essa situação em relação a minha aluna autista e ao meu aluno com dificuldade de aprendizagem. E agora! Ver ou olhar?
      
       

terça-feira, 7 de março de 2017

Fazendo História.

       " História para ajudá-los na compreensão de sí , dos outros e do lugar que ocupamos na sociedade" ( NADAI)
       Comecei a fazer isto com meus alunos de terceiro ano, conhecer o ambiente em que irão estudar, vivenciando e experimentando novas visões e sensações.
       Ficar de pé na cadeira e cantar uma música com dramatização, subir na classe, ver a sala de um outro ângulo, desvendando seu corpo e seu ambiente, assim iniciamos a história da turma 34 na EMEF Erineo Scopel Rapaki. E bora mostrar a História e a Geografia de uma forma mais viva e interessante.

Tempo da criança e o Tempo da escola.

       O tempo mais uma vez norteia nossos estudos na faculdade. Primeiro organizar o tempo para termos bons resultados na nossa vida. E agora estudar o tempo da criança e o da escola.
       O texto lido na interdisciplina de  Estudo Sociais trouxe uma abordagem muito consistente em relação a esse tema. Fazendo -me refletir o quando que é importante respeitar o tempo da criança.
       Ás vezes elas começam o processo de aprendizagem quase no finalzinho do ano, tendo que ser reprovado pois seu avanço não foi o suficiente para passar para a outra série.
       E repensando minha forma de avaliar , conversando com minha supervisora, resolvemos oportunizar aos meus alunos que reprovaram no ano passado uma nova chance de realizarem uma avaliação, assim , tendo a oportunidade de avançarem .
     
     

Aonde isso é dar aula?

       Trabalho no turno da manhã em uma escola no município de Cidreira. E esse ano fui contemplado com uma estagiária que iria trabalhar com meus alunos de quarto ano , fazendo seu estágio de seis meses .
       Fiquei muito feliz pois iria ter tempo para organizar meus planejamentos. Mas as dificuldades começaram. Primeira de todas foi o número de alunos, 29 alunos, sendo que haviam entre eles uma menina com autismo e outro menino com laudo por ter tido muitas convulsões tendo muita dificuldade em apreender e se socializar com os colegas. Fora os indisciplinados, silábicos alfabéticos e outros problemas já conhecidos no contexto escolar.
       Começamos a trabalhar juntos, eu e ela. No terceiro dia de aula fiz uma dinâmica com a música cabeça , ombro , joelho e pé e todos os alunos adoraram.
       Mas para minha surpresa no outro dia um pai foi reclamar com a direção da escola que eu estava dando "pulinhos na sala" e onde  estava escrito que isso é dar aula.
       A equipe diretiva veio falar comigo e disse que ele era um pai que já havia dado problemas no ano anterior, e que nem era para ligar pois ele era assim estava sempre indagando . No mesmo momento pedi para ir falar com esse pai e elas disseram que ele não queria me ver na frente dele, pois o filho dele tinha labirintite e não podia pular.
       Pediram só para que eu cuidasse para o menino não pular e nem participar das atividades recreativas e lúdicas.
       Fiquei completamente chateado e não aceitei que fosse assim. No outro dia falei com a diretora e pedi uma reunião com esse pai o mais rápido possível. E assim foi feita agora nessa segunda- feira .
       Fui preparado com tudo que aprendi na faculdade para mostrar para esse pai que o lúdico é muito importante dentro de uma sala de aula, e que não é simples "pulinhos".
       Primeiro ele falou ,e eu só ouvindo, mas na hora que comecei a falar fiquei muito feliz , pois tudo que eu falava eu tinha argumentos e certezas nas minhas concepções.
      Par resumir eu disse: - Meu senhor eu trabalho com meus alunos dessa foram que acabei de lhe explicar e não vou mudar pois acredito que a criança tem que aprender brincando e sendo feliz dentro de uma sala de aula. E mais gostaria de lhe dizer que tem no município outros quartos anos com outras propostas de trabalho e o senhor fique a vontade de buscar uma outra forma de ensinar seu filho.
       Para minha surpresa ele disse: - Quero que meu filho fique na tua turma e o que precisar de mim vou lhe ajudar. Jesusssssss!!! Obrigado minha faculdade amada por me dar subsídios para defender o que eu acredito ser uma educação de qualidade e amor.